Comunidade de Linhares, este aqui é o outro lado da história. O lado de quem ficou de pé quando era mais fácil abaixar a cabeça. Já falei bastante de quem errou — agora quero falar de quem acertou.


Ele é de casa. E não fingiu que não era.

Justiça também é isso: apontar o dedo para o descaso e estender a mão para quem fez o certo. E se tem um nome que fez o certo nessa história, é Johnatan Maravilha.

Johnatan é de Linhares. Não é político de fora que aparece na cidade de quatro em quatro anos, sorri para a foto e some. É gente daqui, que conhece a nossa escola, que conhece a nossa gente — e que, quando a diretora Laísa foi descartada como se fosse lixo, não fez vista grossa.

Enquanto uns preferiram o silêncio confortável para não se indispor com o governo, Johnatan Maravilha colocou a cara e denunciou, com todas as letras, o que na minha opinião foi um dos maiores absurdos já cometidos contra a educação da nossa cidade. Denunciou junto com outros nomes de bem — e vou chegar neles.

E que fique bem claro de que lado Johnatan ficou: ele apoiou a Laísa, a nossa filha de Linhares, uma diretora honesta que deu o melhor resultado da cidade e, mesmo assim, sofreu uma injustiça na minha opinião cometida pelo governo de Ricardo Ferraço e pela SEDU — que a descartaram por boato, sem processo, sem ouvir uma única mãe. Enquanto o poder virava as costas para ela, Johnatan estendeu a mão. Ficou com a filha de Linhares. Ficou com quem estava certo.

Repare na diferença, porque ela é tudo: uns se omitiram. Johnatan falou. E em política, quando a hora aperta, essa é a única prova que importa.

Por que votar nele

  • Porque ele é de Linhares e defende Linhares — não a conveniência de um palácio em Vitória.
  • Porque ele esteve presente quando defender a diretora Laísa não dava voto fácil, dava briga com o poder.
  • Porque ele trata educação como futuro, e não como moeda de troca de gabinete.
  • Porque ele não é covarde. E covardia, meu amigo, é a doença mais comum da política.

Coragem na política é raríssima. A maioria mede o vento antes de abrir a boca. Johnatan não mediu — falou porque era certo, não porque era fácil. Guarde esse nome: Johnatan Maravilha, candidato a deputado estadual.

Siga e acompanhe o trabalho dele no Instagram: @johnatanmaravilha.


Não foi ele sozinho — e isso é o mais bonito

Quero deixar claro, para ninguém transformar isso em briga de bandeira: Johnatan não esteve sozinho, e a companhia dele diz muito sobre o tamanho do absurdo. Diante da injustiça com a diretora Laísa, gente que discorda de quase tudo entre si olhou para o mesmo caso e apontou para o mesmo lado — o lado do que é certo:

  • Camila Valadão — deputada estadual (esquerda)
  • Alcântaro Filho — deputado estadual (direita)
  • Coronel Weliton — deputado estadual
  • Sérgio Mageski — pré-candidato a deputado estadual
  • Johnatan Maravilha — candidato a deputado estadual
  • Eriton Berçaco — pré-candidato a deputado estadual
  • Sargento Romanha — vereador

Olha o tamanho disso: de um lado a Camila Valadão, da esquerda. Do outro o Alcântaro Filho, da direita. Dois mundos, duas visões de Brasil — e, mesmo assim, os dois disseram a mesma frase: isto foi errado. Quando gente que costuma discordar de tudo concorda numa coisa só, é porque essa coisa é óbvia demais para se ignorar. E o Johnatan estava ali, no meio dessa gente de bem, do lado certo da história.


Agora, o outro lado do balcão

Do lado de lá, sozinhos, defendendo o indefensável: Ricardo Ferraço e Vitor de Angelo. E aqui eu preciso ser honesto com você, linharense, porque a conta não fecha.

Ricardo Ferraço só chegou a governador à sombra do Renato Casagrande — isso qualquer um que acompanha política no Espírito Santo sabe. Ganhou o palácio de carona. E o que fez com a herança? Na minha opinião, está conseguindo a proeza de sucatear o que o Casagrande levou anos construindo na educação — dependendo da imagem do próprio Casagrande para se equilibrar, e ao mesmo tempo passando o trator por cima de quem dava certo na ponta, como a diretora Laísa.

E tem um detalhe dessa biografia que eu, sinceramente, não consigo engolir. Conta-se — e ele que desminta se não for verdade — que Ricardo Ferraço começou economia na UFES e não terminou. Não concluiu o próprio curso. E aí eu pergunto, sem ofender, só usando a lógica: quem não conseguiu gerir os próprios estudos, como é que vai gerir a educação de um estado inteiro? Não é maldade. É a pergunta que qualquer pai de família faria.


E o senhor, Vitor de Angelo?

E tem o Vitor de Angelo, que trabalhou lado a lado com a diretora Laísa, sabia do valor dela — e, na hora da injustiça, se omitiu. Preferiu o silêncio para não se indispor com o amigo que estava no comando.

Fica a pergunta, secretário: quando o senhor tinha uma escolha entre a verdade e o amigo, por que o senhor escolheu se calar? Todo mundo em Linhares já sabe a resposta. Mas eu deixo o senhor falar.

É isso que separa Johnatan de Vitor de Angelo nessa história, e a diferença não podia ser mais gritante: um denunciou. O outro se omitiu da verdade.

O futuro da educação capixaba está na mesa

Pensa comigo, sem paixão de partido, só como quem tem filho na escola: se hoje a melhor diretora da região pode ser descartada por uma caneta, sem processo, sem defesa, sem ninguém ouvir uma única mãe — que professor vai querer se dedicar de verdade daqui pra frente? Que diretor vai querer levantar uma escola carente sabendo que o prêmio pelo bom trabalho é ser enxotado?

Esse é o futuro que o modelo Ferraço–Vitor de Angelo está construindo para a educação do Espírito Santo: uma rede com medo, onde bajular o poder vale mais que entregar resultado. E resultado, no caso da Laísa, tem número oficial: 1º lugar entre as escolas de Linhares, 87,27% no IDEPES — dado da própria SEDU, qualquer um confere.

O Espírito Santo merece outro caminho na educação. Merece um governo que construa, e não que sucateie o que já estava dando certo.

O recado, sem rodeio — para a direita e para a esquerda

Se você é de direita, olha o Johnatan. Se você é de esquerda, olha o Johnatan. Porque defender a escola do seu filho não tem partido — tem caráter. E os dois lados já provaram isso: a Camila Valadão da esquerda e o Alcântaro Filho da direita ficaram no mesmo lado que o Johnatan.

Então guarda esses dois recados, e não esquece nenhum:

  1. Vote em Johnatan Maravilha. Vote em quem é de Linhares, em quem denunciou o absurdo quando era difícil, em quem esteve ao lado da professora, dos alunos e da comunidade.
  2. Não vote em Ricardo Ferraço nem em Vitor de Angelo. Um passou a caneta sobre a melhor diretora da cidade. O outro se omitiu da verdade. Nenhum linharense com memória deveria premiar isso com um voto.

Lembre-se do que fizeram com a diretora Laísa — porque com o professor do seu filho, eles fariam igual. Johnatan Maravilha esteve lá. Vote em quem esteve lá.


O obrigado da comunidade de Linhares

Johnatan, estas palavras são da comunidade — dos alunos, das mães, dos pais e dos professores da José de Caldas Brito:

Obrigado por não ter soltado a nossa mão. Quando a nossa diretora Laísa, uma filha de Linhares, foi tratada como descartável e a cidade inteira sentiu o peso da injustiça, o senhor esteve sempre ao nosso lado. Não veio só na foto, não veio só na véspera de eleição — esteve na hora difícil, quando defender a gente não dava voto fácil, dava briga com o poder. Linhares não esquece quem fica de pé pela sua gente. Muito obrigado, Johnatan Maravilha.
Johnatan Maravilha ao lado dos alunos da José de Caldas Brito na SEDU, defendendo a justiça pela diretora Laísa
Johnatan ao lado dos alunos da José de Caldas Brito, defendendo justiça pela diretora Laísa — representando Linhares inteira de pé contra a que foi, na minha opinião, a maior incompetência do governo de Ricardo Ferraço.

Johnatan esteve ao lado dos alunos da José de Caldas Brito, defendendo justiça pela diretora Laísa — representando Linhares inteira de pé contra a que foi, na minha opinião, a maior incompetência do governo de Ricardo Ferraço. E olha o que essa incompetência conseguiu: superou até a marca de não ter concluído economia na UFES. Porque uma coisa é não terminar o próprio curso — outra, bem pior, é destruir o curso dos outros, descartando a diretora que levou a escola ao 1º lugar.

E não vá pensar que quem reconhecia esse trabalho era só político. Eram os próprios alunos. Eles sabiam, na prática, dos resultados comprovados pelos dados que a diretora Laísa conquistou — o 1º lugar de Linhares, 87,27% no IDEPES, na tabela da própria SEDU. Não é achismo, não é boato: é dado oficial que a gente vivia por dentro da sala de aula. Foi por isso que os alunos foram à SEDU. E Johnatan foi com eles.


O que você pode fazer agora

  1. Compartilhe este texto com 5 pessoas. E peça para cada uma compartilhar com mais 5.
  2. Assine a petição pelo retorno da diretora Laísa: change.org.
  3. Lembre na hora do voto. Educação não é moeda de troca — é o futuro das nossas crianças.
Justiça pela diretora Laísa. Devolvam a José de Caldas Brito à comunidade. #JustiçaPelaDiretoraLaísa #JohnatanMaravilha